Sempre nós uruguaios pesquisamos no tempo até onde remonta-se esse vinculo permanente entre os uruguaios e os são-paulinos, no futebol.
Mergulhamos no tempo e pesquisamos, num momento histórico de gloria para o futebol uruguaio, o que pode ser o inicio –além de que seja arbitraria nossa escolha- dessa relação, quase amorosa, entre os uruguaios e os são-paulinos.
Data: 16 de julho de 1950.
Local: estádio do Maracanã em Rio de Janeiro.
Momento: decisão da Copa do Mundo do Futebol.
O Brasil jogava diante de 200.000 torcedores pelo empate para ser Campeão do Mundo, diante do Uruguai.
E a primeira alegria para o povo brasileiro chega da mão –ou melhor, do pé- do craque do São Paulo Futebol Clube, Albino Friaça Cardoso “Friaça”, Brasil 1 a 0.
Depois o time do Professor Juan López viraria com gols de Juan Alberto Schiaffino e Alcides Edgardo Chiggia, e outra foi a historia.
Os uruguaios, alem da alegria da consagração, nesse dia olhamos o inicio do profundo respeito ao futebol brasileiro, nesse dia vencido, mais dali para frente, vencedor sempre.
O respeito ao ídolo são-paulino Friaça, ao São Paulo Futebol Clube, ao futebol brasileiro, de nosso povo, o povo uruguaio.
Por esse respeito, lembramos as palavras de nosso inesquecível Capitão Obdulio Jacinto Varela: “não posso ficar contente, vendo eles tão tristes”.
VIVA SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, VIVA URUGUAI!!!
Juan Carlos Vecino
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